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6 Dicas Para Organizar A Tua Vida De Uma Vez Em 2018


Vai Rolar O 1ºEncontro Europeu De Blogueiros Brasileiros -


“Você não vai comentar o caso de que o marido da Lina (ex-Receita) foi ministro da Integração Nacional durante um ano no governo FHC? Aguardo o seu comentário! Na internet é dessa forma: o leitor cobra e pauta o blogueiro, com ponto de exclamação e tudo. No momento em que não é atendido, trata de contar a história que não encontrou na enorme imprensa. Só fui ler qualquer coisa sobre pela edição de sábado da Folha (o depoimento foi dado pela terça-feira), uma nota de somente sete linhas ante o título: “Passado: Marido de Lina foi ministro da Integração de Fernando Henrique”. Bem mais dicas sobre isso este personagem o leitor conseguirá encontrar neste local no Balaio nos comentários enviados por este domingo pelo leitor Simas Mayer e ao longo da semana por muitos outros.


Se não fossem os dados sobre as relações de Alexandre Firmino de Melo Filho com o consórcio PSDB-DEM, que começaram a pipocar pela web em diferentes blogs e websites (enxergar mais abaixo), ninguém ficaria sabendo da tua subsistência. Além das suas implicações políticas na luta sucessória de 2010, o episódio Lina-Dilma revela a diferença de tratamento dado ao tema na web e na velha mídia. “Um correto clima de euforia inconsequente toma conta de setores da blogosfera que imaginam que está em andamento o processo de tomada do poder pelos “democratizadores” da dica em desculpa da constante perda de audiência por fração dos grandes jornais”. Desconheço este clima de euforia, tal como o processo de tomada de poder pelas novas mídias, porém é direito que os grandes jornais estão perdendo circulação, não apenas no Brasil, entretanto no mundo inteiro.


Neste momento escrevi nesse lugar mesmo no Balaio que não acho a web culpada na “perda de audiência dos grandes jornais”, como citou Vaia. “A pergunta instigante é esta: que fariam os blogueiros comentadores sem ter o que dialogar? Qual é o nome de um website ou um website que não esteja ligado a uma organização jornalística instituída e que tenha originado uma só dado exclusiva e sério que tenha mexido com a ordem das coisas?


Visto que ele perguntou, respondo: tem, sim. Este Balaio por aqui, tais como, um web site que não é ligado a nenhuma organização jornalística estabelecida e tem publicado entrevistas, reportagens e sugestões exclusivas nestes 11 meses em que está no ar. Misturar com a ordem das coisas não é meu objetivo, entretanto irei ceder 2 exemplos novas de matérias publicadas por aqui primeiro.


Na semana passada, em entrevista exclusiva com Marina Silva, o Balaio antecipou sua decisão de trocar o PT pelo PV e as linhas centrais do discurso da tua possível candidatura à presidência da República. Em menos de um ano, o único funcionário desse site já rodou mais pelo nação pra fazer reportagens do que qualquer outro dos grandes jornais.


  • Como fazer um ninho de passarinho pro inverno

  • Qual seu vício em bebidas

  • 2-06 Un message troublant Visão Embaraçada

  • Cadastre-se em programas de afiliados

  • Vitor alegou: 24/07/doze ás 07:Trinta e cinco

  • um Anúncios 1.1 Visualizador de mídias 1.1.Um A respeito do visualizador de mídias



  • Aécio, Ciro, Dilma e Marina. Nesse website os leitores assim como encontraram dicas exclusivas a respeito do dia-a-dia da guerra do vice-presidente José Aelncar contra o câncer. Falo por mim, contudo sei que tem muitos outros colegas pela blogosfera fazendo o mesmo trabalho. De acordo com os números do Google, só o Balaio registra 43.500 hiperlinks de websites de todo a nação.


    Se cada um deles tiver somente cinco leitores, neste momento dá a circulação diária do Estadão, tais como. O mundo da dica mudou, caro Sandro Vaia, só os jornalões ainda não perceberam. Porém concordamos num ponto do que você escreveu ao fim do post: “(…) pras sociedades abertas, pluralistas e democráticas, eles (os jornais) ainda são indispensáveis”. Cabe a quem os dirige descobrir o que fazer pra que isto se torne realidade.


    Além dos leitores do Balaio, numerosos web sites trataram do papel do marido de Lina Vieira no bate-boca que a envolve com a ministra Dilma Roussef. O camarada Washington Araújo, do Rio, me chamou a atenção para o que escreveu José Sergio Rocha no site “Quem é vivo sempre aparece” (olhar hiperlink e reprodução abaixo). Esse tipo de comentário, que reproduzo abaixo, você não vai observar em nenhum dos jornais ou agências citados pelo Sandro Vaia em seu artigo como fornecedores únicos de matéria prima para a blogosfera. “Jabuti não sobe em árvore. Se subiu, só se alguém botou.


    Quem assistiu ao menos divisão do depoimento da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, pela Comissão de Constituição e Justiça, com transmissão pela Televisão Senado e Globonews, vai recordar que um cidadão periodicamente sussurrava uns bizus no ouvido da menina. Isto é normal, coisa de assessor. Só que o cara não parava quieto. Essa desejo de mostrar-se a qualquer custo tem seu valor. No meio de uma pergunta do Mercadante, o assessor lá estava cochichando nas orelhas da Lina.


    O bigodudo petista, que agora estava meio enfurecido, deu-lhe um esporro, já que estava atrapalhando o trabalho da comissão. Visto que é, o cara chamou tanta atenção que foram descobrir quem era. Não era assessor coisa alguma. Era o marido da Lina. Até aí, tudo bem. É que nem um velho anúncio do Gelol: não basta ser marido, precisa participar. Quer dizer, mais um episódio da novela “Como é sujo o jogo da política”. Foi, dessa maneira, encenação pura aquele depoimento sobre o assunto um encontro que a depoente teria tido com Dilma Rousseff numa data que não soube ter necessidade de - nem sequer hora, nem ao menos dia, nem semana e nem mesmo o mês em que aconteceu.

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